BH avança para reduzir ISS das bets para atrair empresas enquanto Brasília insiste em demonizar o setor

Enquanto uns tentam punir, BH decide competir: redução do ISS para bets avança O Brasil vive um momento peculiar no debate sobre apostas: de um lado, Brasília tenta construir as bets como um “problema tributário”, uma ameaça moral ou um inimigo a ser enquadrado. Do outro, municípios começam a perceber algo simples que o governo federal insiste em ignorar — o setor movimenta economia real, gera emprego, paga imposto e pode ser um motor de modernização local. Belo Horizonte entrou oficialmente no segundo grupo. A capital mineira decidiu fazer o óbvio: reduzir o ISS das bets de 5% para 2% para atrair empresas, gerar base produtiva e disputar protagonismo num mercado que só cresce. Enquanto o discurso federal é punitivo, BH age de forma pragmática. Fonte: BNLData O que está em jogo com o PL 503/2025 A proposta da Prefeitura, aprovada na Comissão de Orçamento e Finanças da Câmara Municipal, está pronta para votação em 1º turno. O PL 503/2025 reduz a alíquota do ISS para empresas de apostas esportivas online que decidam operar na cidade. Ponto importante: a renúncia fiscal estimada para 2025 é de apenas R$ 11 mil — ou seja, uma gota no oceano. Em troca, BH busca gerar algo bem mais valioso: presença, empregos qualificados, arrecadação futura e um polo econômico competitivo. É um cálculo simples que outras capitais já entenderam. Mas que Brasília, atolada na retórica dos “impostos salvadores”, parece incapaz de enxergar. A lógica da cidade: competir para atrair A legislação atual (Lei 8.725/2003) impõe alíquota de 5% de ISS para loterias, bingos, apostas e atividades correlatas. A mudança para 2% aproxima BH de outros municípios que já adotaram estratégias mais inteligentes. Segundo o Executivo municipal, a redução é estratégica: “Estimula a instalação de novas empresas do setor de apostas e fortalece a economia da cidade.” É exatamente isso: política pública voltada para desenvolvimento, não para manchete moralista. Clube também entra na conta: renegociação de dívidas até